Há pessoas que entram na nossa vida e nunca mais saem. Até podemos querer esquecê-las, mas acabamos sempre por recordá-las.
A tal pessoa marca a nossa vida e marca para sempre.
Pode ter cometido grandes erros, mas marca. Marca e vai marcar para sempre. Mesmo que não queiramos, marca.
Se tivesse uma borracha com a qual te pudesse apagar da minha vida, apagava. Será que apagava? Talvez não. Mas porquê? Porquê isto? Não há explicação...
Será possível amar e odiar ao mesmo tempo?!
Se pudesse escolher, nunca te teria conhecido...ou talvez não! Pois se assim fosse não haveria agora recordações de nada... Mas já que assim aconteceu vou ter de arcar contigo a vida toda...
Não entendo! Não entendo a vida... Não entendo certas coisas da vida... Porque é que tem de ser assim? Tudo isto está errado...é o que sei!
Eu não queria, mas vai continuar a ser assim...sempre e sempre e sempre.
Eu não queria que existisses mais...mas será isto o que realmente penso? Minha cabeça diz que sim, já o coração dá sinais do contrário... Está louco!
Porque é que o coração não obedece às minhas ordens? Odeio-te coração! Odeio-te por me fazeres amar... Porque fazes isto? Porque és assim comigo? Talvez a culpa não seja tua, talvez seja da mente. É ela quem pensa, é ela quem me faz pensar... Mas porque me faz pensar em coisas erradas?!
Não, a culpa também não é da mente. A culpa é das pessoas em quem, por vezes, ela pensa, mas não deveria pensar...
Raiva?
Amor?
Ódio?
Não sei... Passaram-se dias, semanas, meses, anos...e tu ainda permaneces...
Odeio-te! E vou amar-te para sempre...

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